Top 10 iscas artificiais para traíra no inverno

Top 10 iscas artificiais para traíra no inverno

Descubra as melhores iscas artificiais para traíra no inverno e aprenda como escolher e trabalhar cada modelo para fisgar mais peixes mesmo com água fria.

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As iscas artificiais para traíra certas fazem toda a diferença no inverno. Neste guia prático, você aprende como o frio muda o comportamento da traíra, quais tipos de iscas funcionam melhor em açudes, represas

e brejos, e como trabalhar cada modelo de forma lenta e estratégica para aumentar as fisgadas. Conteúdo

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direto, focado em resultado, para você montar uma caixa inteligente e parar de perder peixe por causa da isca errada.

Pescar traíra no inverno é para quem não desiste fácil

Quando a temperatura cai, a água esfria e a traíra muda completamente de comportamento. Aquele peixe agressivo do verão, que explode na superfície sem pensar duas vezes, vira um predador muito mais

desconfiado, lento e seletivo. É aqui que entra o papel das iscas artificiais para traíra: se você insistir nas mesmas estratégias do calor, a chance é grande de voltar pra casa só com história de “quase”.

No inverno, a traíra gasta menos energia, fica mais encostada em estruturas, buracos, capim fundo e canais mais quentes. Ela até ataca, mas escolhe melhor o alvo.

Por isso, não é qualquer isca que funciona — e não é qualquer jeito de trabalhar a isca que dá resultado. Quem

entende isso pega peixe enquanto os outros só trocam de iscas artificiais para traíra sem saber o que está fazendo de errado.

As dores reais de quem teima em pescar traíra no frio “do mesmo jeito de sempre”

Se você já passou por isso, vai reconhecer:

  • Você chega cedo, monta o conjunto, começa a bater isca o dia inteiro…
  • Troca de cor, troca de tamanho, troca de ponto…
  • Vê a traíra seguir a isca, mas não finaliza o ataque.
  • Sente toques fracos, engates pela barriga da isca ou só arranhões na borracha.

No fim, bate aquele pensamento:
“Será que é o lugar?”
“Será que é a isca?”
“Será que é só azar hoje?”

Na maioria das vezes, não é azar. É falta de adaptação. No frio, muitas iscas artificiais para traíra que funcionam bem no verão se tornam rápidas demais, barulhentas demais ou simplesmente passam fora da

zona onde o peixe está parado. A frustração vem forte: gasolina gasta, dia reservado pra pesca, expectativa lá em cima… e nada de peixe na foto.

Por que escolher o tipo certo de isca faz tanta diferença no inverno

Não é sobre ter mil modelos na caixa. É sobre entender qual tipo de isca conversa melhor com o comportamento da traíra em água fria.

No inverno, as iscas artificiais para traíra que mais se destacam são aquelas que você consegue trabalhar devagar, perto do fundo ou bem na cara da estrutura, mantendo o tempo todo a isca “na zona de ataque”. Isso vale para:

  • Iscas soft de borracha, que podem ser trabalhadas lentamente, quase “arrastadas” no fundo.
  • Iscas de fundo ou meia-água com ação mais sutil, que não espantam a traíra manhosa.
  • Modelos de superfície específicos que permitem paradas longas, quando o peixe precisa de mais tempo para decidir atacar.

Quando você escolhe suas iscas artificiais para traíra pensando nisso — temperatura da água, profundidade, estrutura e velocidade do trabalho — tudo muda:

  • Os ataques passam a ser mais certeiros.
  • Você erra menos fisgadas.
  • Começa a sentir aquele padrão: “Hoje elas estão pegando na caída”, “Hoje só entram se eu deixar a isca parada uns segundos”.

É nesse ponto que a pescaria deixa de ser sorte e vira estratégia.

A diferença entre quem “tenta de tudo” e quem sabe o que está fazendo

Tem o pescador que passa o dia todo trocando iscas artificiais para traíra sem entender por que uma funciona mais que a outra, e tem aquele que olha o clima, sente a água, observa o local e já sabe por onde começar:

  • Em lago pequeno e raso? Ele opta por um tipo de isca.
  • Em represa funda com muita estrutura? Já troca o estilo.
  • Em brejo gelado com traíra encostada no fundo? Vai direto em outro grupo de iscas.

E aqui entra um ponto importante: você não precisa decorar marcas, números ou nomes complicados. Precisa entender tipos de isca, como cada um trabalha e em que situação render mais.

A partir disso, quando você estiver diante de uma prateleira cheia ou de uma loja online, vai saber exatamente que tipo de

iscas artificiais para traíra colocar no carrinho para o inverno, sem jogar dinheiro fora em coisa que só funciona no calor.

Preparando o terreno para o Top 10

Nesta série, o foco é bem claro: mostrar, na prática, quais iscas artificiais para traíra fazem mais sentido para o inverno, organizadas por tipo e função, e não por marca específica.

Assim, você pode adaptar para sua realidade, seu bolso e o tipo de lago, represa, açude ou rio onde você pesca.

Na próxima parte, vamos entrar nos critérios reais que separam uma boa escolha de uma compra frustrante:

tamanho ideal, profundidade de trabalho, ação, materiais, formato do anzol, forma de garatéias ou encastoado e até detalhes de cor que fazem diferença em água fria.

A ideia é simples: quando você terminar de ler tudo, vai ter segurança para montar uma caixa com iscas artificiais para traíra preparada

para o inverno, sabendo exatamente por que cada modelo está ali — e como usar cada um para transformar seguidas “batidas erradas” em fotos de traíras bem embarcadas.

Como escolher iscas artificiais para traíra no inverno sem jogar dinheiro fora

Antes de falar em modelos específicos, é preciso entender por que certas iscas artificiais para traíra funcionam melhor no frio do que outras.

No inverno, o peixe não quer ficar correndo atrás de algo que exige muito esforço. Então, tudo começa em três pontos principais: profundidade, velocidade e tamanho da isca.

Profundidade de trabalho: onde a traíra realmente está

No calor, a traíra sobe mais, patrulha bordas, capim raso e até aceita bem iscas de superfície. Já no frio, ela costuma ficar mais encostada:

  • Em valetas e canais mais fundos
  • Em saídas de córrego
  • Perto de troncos e pedras submersas
  • Na borda do barranco, mas mais funda

Por isso, as iscas artificiais para traíra que afundam ou trabalham rente ao fundo ganham destaque no inverno.

Softs montadas com anzol lastreado, jigs, nadadeiras de meia-água de pouca barbela e iscas que você consegue

“caminhar” devagar no fundo costumam render muito mais do que algo que passa rápido na flor d’água.

Velocidade e tipo de trabalho: menos é mais

Outro ponto chave é a velocidade. Em água fria, arremessar e recolher rápido é receita para ver o peixe seguir sem atacar. A traíra até se aproxima, mas desiste na última hora.

As melhores iscas artificiais para traíra no inverno são aquelas que permitem:

  • Recolhimento lento e contínuo
  • Toques de ponta de vara curtos, com pausas
  • Trabalhos quase parados, só tremendo a isca em cima da estrutura

Em açude pequeno, por exemplo, você pode jogar uma isca soft no meio do capim afundado, deixar descer e ir movimentando só no pulso, quase sem recolher linha.

Em represa fria no Sul, perto de um toco, o segredo pode ser deixar a isca estacionada alguns segundos, dando toquinhos leves, em vez de ficar “varrendo” a margem com velocidade.

Tamanho e formato: perfil certo para água fria

No inverno, exagerar no tamanho pode atrapalhar. A traíra ainda ataca iscas maiores, mas muitas vezes aceita melhor algo com perfil intermediário, que pareça uma presa mais fácil.

Critérios práticos:

  • Prefira iscas artificiais para traíra de tamanho médio, que imitem pequenos peixes ou girinos mais robustos.
  • Formatos alongados ou mais “gordinhos” funcionam bem, desde que combinem com o tipo de presa da região (lambaris, tilapinhas, pequenos bagres).
  • Iscas muito volumosas podem funcionar, mas exigem um trabalho ainda mais lento para compensar.

Cor e discreção: quando o barulho ajuda e quando atrapalha

No inverno, a água muitas vezes fica mais clara em represas e lagos menos chuvosos. A traíra enxerga melhor e desconfia mais. Isso muda a forma de escolher as cores e o barulho das iscas.

  • Em água clara e fria: cores naturais (prata, marrom, verde oliva, barriga clara) e iscas artificiais para traíra com pouca vibração exagerada tendem a render mais.
  • Em água turva, mesmo no frio: ainda dá para usar cores mais fortes (chartreuse, laranja, preto com detalhes vivos), mas mantendo um trabalho lento.

Barulhos internos (chocalhos) podem funcionar, sim, mas não é regra. Em muitos lagos pequenos, principalmente

onde o peixe já sentiu pressão de pesca, modelos mais discretos, com ação mais sutil, acabam tendo mais resultado no inverno.

Contexto real de pesca no Brasil

Pensa em alguns cenários bem comuns:

  • Açude raso no interior de Minas ou São Paulo: traíra encostada em capim fundo, água fria de manhã cedo, vento leve. Uma soft montada sem muito brilho, trabalhando devagar no meio do capim, costuma ser muito mais eficiente do que uma superfície barulhenta.
  • Represa grande no Sul ou Centro-Oeste no pós-frente fria: água gelada, peixe fundo, vento constante. Aqui, iscas artificiais para traíra que afundam rápido e permitem um trabalho próximo ao fundo, com pausas longas, podem salvar a pescaria.
  • Brejo ou valeta com galhada no Nordeste em período mais seco: mesmo com clima mais quente que no Sul, a água pode esfriar à noite. Iscas de fundo, trabalhadas devagar, encostando nos galhos, costumam render muito mais do que bater só na beirada.

Preparando o terreno para as recomendações

Entendendo esses critérios — profundidade, velocidade, tamanho, formato e nível de barulho — fica mais fácil olhar

para uma prateleira ou site de pesca e enxergar quais iscas artificiais para traíra realmente têm chance de funcionar no inverno.

Na próxima parte, vamos organizar tudo isso em um Top 10 por tipo de isca, mostrando modelos leves, resistentes, opções para iniciantes e alternativas de ótimo custo-benefício, sempre com foco no frio.

Top 10 iscas artificiais para traíra no inverno (por tipo)

A ideia aqui não é falar de marca, e sim de tipo de isca que realmente funciona no frio. Assim você consegue escolher seus modelos

com segurança, seja em loja física ou online, montando uma caixa de iscas artificiais para traíra enxuta, mas matadora para o inverno.

1. Soft shad com anzol offset lastreado

Esse é o “coringa” do inverno. Um shad de borracha, de tamanho médio, montado em anzol offset lastreado, permite trabalhar devagar, perto do fundo e colado na estrutura.

Vantagens: passa bem em meio ao capim, aceita toques curtos de ponta de vara e fica muito tempo na zona de ataque.

Desvantagens: se você trabalhar rápido, perde totalmente o potencial; exige um pouco de sensibilidade para sentir os toques mais sutis.

É um dos tipos de iscas artificiais para traíra que mais entrega resultado em açudes e represas frias.

2. Creature bait / minhoca soft para trabalho ultra lento

As “creatures” e minhocas soft funcionam muito bem quando a traíra está extremamente manhosa. Montadas em jig head leve ou anzol lastreado, permitem arrastos lentos no fundo.

Vantagens: imitam bem algo fácil de ser abatido, como um bicho caído ou um peixe debilitado.
Desvantagens: pescaria mais lenta, exige paciência e leitura de fundo.

Ótimo tipo de isca para quando você sabe que tem traíra no local, mas ela não está reagindo às outras iscas artificiais para traíra.

3. Frog soft afundável ou semi-afundável

No inverno, o frog tradicional de superfície pode perder força. Já o frog soft afundável ou semi-afundável se destaca. Ele desce um pouco, trabalha dentro do capim e galhada, onde a traíra se encosta.

Vantagens: alta capacidade anti-enrosco, ideal para brejos e margens sujas.
Desvantagens: ataques muitas vezes mais tímidos; se você demorar a fisgar, pode perder o peixe.

Excelente para quem pesca em lagos com muita vegetação e quer iscas artificiais para traíra que possam entrar onde outras não entram.

4. Jig de cabelo ou marabou

O jig é clássico para água fria. Um cabeçote de chumbo com “cabelo” ou marabou trabalha com vida mesmo em recolhimento mínimo.

Vantagens: afunda rápido, fica colado no fundo e continua pulsando com pouco movimento.
Desvantagens: enrosca com facilidade se usado em galhada pesada; exige cuidado na escolha da gramatura.

É o tipo de isca que, bem trabalhado, faz milagre em represa funda, sendo uma das iscas artificiais para traíra mais eficientes no pós-frente fria.

5. Crankbait de pouca barbela e ação sutil

Um crank de meia-água, de barbela curta e ação mais suave, pode funcionar muito bem em taludes e bordas de canais.

Vantagens: cobre área rapidamente, mantendo a isca em profundidade controlada.
Desvantagens: não é anti-enrosco; em muita estrutura, fica limitado.

Ótimo quando a traíra está batendo na borda, mas um pouco mais funda, e você quer iscas artificiais para traíra que mantenham um padrão de profundidade.

6. Stickbait de superfície para pausas longas

Mesmo no inverno, em dias de sol forte ao meio-dia, a traíra pode subir. O stickbait, trabalhado com toques curtos e pausas longas, ainda pega peixe.

Vantagens: visual incrível de ataque, ideal para água parada e quente na camada superficial.
Desvantagens: se a água estiver muito fria, vai ter muita “subida” sem ataque.

Use como carta extra em locais rasos onde você nota atividade, sem basear toda sua caixa de iscas artificiais para traíra nele.

7. Spinnerbait compacto

O spinnerbait compacto, com lâminas pequenas, oferece vibração e brilho moderados, útil em água levemente turva.

Vantagens: passa relativamente bem em estruturas médias, gera estímulo visual e vibratório.
Desvantagens: pode ser exagerado em água muito clara e fria, espantando peixes manhosos.

Bom para dias nublados em que você precisa chamar um pouco mais a atenção sem exagerar.

8. Swimbait soft articulado de tamanho médio

O swimbait soft articulado imita muito bem um peixinho nadando devagar. No inverno, o segredo é trabalhar lento, próximo do fundo.

Vantagens: natação realista, ideal para traíra acostumada a ver lambari e tilapinha.
Desvantagens: se usar muito grande, pode ter pouca ação de ataque em dias muito frios.

É um dos tipos de iscas artificiais para traíra mais interessantes para quem pesca em represas com forrageiros bem definidos.

9. Jig head com grub de cauda curl

Simples, barato e funcional. O grub de cauda em “C” montado em jig head é excelente para varrer canais e bordas de barranco.

Vantagens: fácil de trabalhar, aceita recolhimento lento com pequenas pausas.
Desvantagens: menos resistente em estruturas muito sujas; exige controle para não enroscar.

Ótimo para quem está começando a usar iscas artificiais para traíra e quer algo prático para o inverno.

10. Soft tipo “rã de fundo” com anzol lastreado

Uma rã de borracha pensada para trabalhar no fundo, não em cima, fecha muito bem o conjunto. Ela pode ser arrastada em áreas com pouca vegetação, imitando perfeitamente uma presa lenta.

Vantagens: perfil conhecido da traíra, trabalho rasteiro extremamente eficiente em água fria.
Desvantagens: não é tão versátil em água muito funda; funciona melhor em fundos médios e rasos.

Com esses dez tipos, você cobre praticamente todas as situações de inverno: fundo, meia-água, estruturas pesadas e momentos em que a traíra resolve subir.

A partir daqui, o próximo passo é olhar para lojas físicas ou online e conferir modelos com bom preço e entrega rápida,

escolhendo sempre as opções que se encaixam nesses tipos de isca, e não apenas pelo visual da embalagem.

Conclusão: traíra no frio é para quem se prepara

Pescar traíra no inverno não é loteria, é preparação. Quando você entende como o peixe se comporta na água fria e monta uma caixa de iscas artificiais para traíra pensada para essa época, tudo muda.

Em vez de passar o dia arremessando ao acaso, você começa a trabalhar cada ponto com intenção: profundidade certa, velocidade certa, tipo de isca certo.

O resultado aparece na prática:

  • Menos ataques “errados” e seguidas cabeçadas na isca.
  • Mais fisgadas bem encaixadas, com o peixe tomando linha.
  • Mais confiança para insistir no ponto certo, na hora certa.

Ao invés de voltar pra casa só com a desculpa do frio, você volta com foto de traíra bonita, boca cheia de borracha, e a certeza de que fez as escolhas certas.

Benefícios reais de escolher bem suas iscas

Quando a caixa é montada com critério, você sente a diferença:

  • Seu dinheiro rende mais: em vez de um monte de tralha parada, poucas iscas artificiais para traíra que realmente entram em ação.
  • Você se adapta ao local: açude raso, represa funda, brejo com capim — sempre tem um tipo de isca ideal para cada cenário.
  • Sua pescaria fica mais prazerosa: menos frustração, menos enrosco à toa, mais momento de briga boa com o peixe.

Isso é o que separa quem “tenta a sorte” de quem vai para a água com estratégia e volta com história boa — e verdadeira — para contar.

Próximo passo: montar sua caixa com inteligência

Agora é hora de olhar com calma para o que você já tem e para o que falta. Vale a pena:

  • Revisar suas iscas artificiais para traíra atuais e ver quais entram bem no jogo do inverno.
  • Incluir alguns tipos que talvez você ainda não use (como jigs, swimbaits soft ou frogs afundáveis).
  • Pensar nos locais onde você mais pesca e escolher iscas que combinem com esses ambientes.

Quando for comprar, fuja de impulso só pela cor “bonita” ou embalagem chamativa. Use o que aprendeu aqui, compare características, imagine como aquela isca vai se comportar no seu lago ou represa e

confira modelos com bom preço e entrega rápida que se encaixem nos tipos que realmente funcionam para traíra no frio.

FAQ – Dúvidas comuns sobre iscas artificiais para traíra no inverno

1. Posso usar as mesmas iscas do verão no inverno?
Pode, mas nem sempre vai funcionar bem.

No frio, priorize iscas artificiais para traíra que permitam trabalho mais lento e que cheguem mais fundo, perto das estruturas.

2. Superfície ainda funciona no inverno?
Funciona em algumas condições, principalmente em dias de sol mais forte e água rasa aquecida. Mas, no geral, prefira iscas de fundo e meia-água como base da pescaria.

3. Cor faz tanta diferença assim?
Faz, mas não sozinha. Em água clara e fria, cores naturais costumam ajudar. Em água turva, cores fortes podem chamar mais atenção. O principal ainda é profundidade e velocidade.

4. Preciso ter muitas iscas diferentes?
Não. Uma seleção enxuta de iscas artificiais para traíra bem escolhidas cobre muito mais situação do que uma caixa cheia de modelos sem função definida.

5. Vale a pena investir em iscas mais caras?
Se a isca entrega boa ação, material durável e se encaixa no tipo ideal para o seu ambiente, vale sim. Melhor ter poucas iscas confiáveis do que um monte de barato que não pega peixe.

Quais são as melhores iscas artificiais para traíra no inverno?

As melhores iscas artificiais para traíra no inverno são as que permitem trabalho lento e preciso, como soft shads com anzol offset lastreado, creatures, jigs de cabelo e crankbaits de ação sutil.

Por que a traíra fica mais difícil de pescar no inverno?

No inverno, a traíra fica mais lenta, seletiva e próxima do fundo ou estruturas. Ela gasta menos energia, o que exige iscas com ação mais sutil e trabalho estratégico.

Como escolher a profundidade ideal das iscas no frio?

No frio, prefira iscas que trabalhem rente ao fundo, onde a traíra costuma se concentrar. Iscas soft com lastro, jigs e crankbaits de pouca barbela são boas opções.

Superfície ainda funciona para traíra no inverno?

Funciona em alguns casos, como em dias ensolarados e em águas rasas aquecidas. Mas, em geral, iscas de fundo e meia-água são mais eficientes nessa estação.

Quais iscas artificiais para traíra têm melhor desempenho em represas frias?

Em represas frias, jigs de cabelo, softs com peso, e swimbaits articulados de tamanho médio são ideais, pois alcançam o fundo e permitem trabalho lento.

Qual a importância da velocidade de trabalho no inverno?

Velocidade é essencial. No inverno, a traíra responde melhor a movimentos lentos, pausados e precisos. Trabalhos rápidos normalmente afastam o peixe.

Vale a pena usar frog afundável no inverno?

Sim. O frog soft afundável é ótimo para locais com vegetação densa, pois trabalha dentro da estrutura onde a traíra costuma se esconder no frio.

Qual o tamanho ideal de isca para traíra no frio?

Tamanhos médios são mais indicados. Iscas que imitam presas menores, como lambaris ou girinos, tendem a ser mais atrativas para a traíra no inverno.

Cores vibrantes funcionam no inverno?

Funcionam em água turva, mesmo no frio. Mas em água clara, prefira cores naturais e discretas para não assustar o peixe, como verde oliva, prata ou marrom.

O que são iscas soft e por que são boas no frio?

São iscas de borracha macia, como shads, minhocas e criaturas. Permitem trabalho lento e preciso, ficando mais tempo na zona de ataque da traíra.

Qual a função do jig de cabelo na pesca de traíra?

O jig de cabelo pulsa com pouco movimento e afunda bem, sendo excelente para trabalhar no fundo, especialmente em represas ou dias muito frios.

Quantas iscas diferentes eu preciso ter para pescar traíra no inverno?

Uma caixa com 5 a 7 tipos bem escolhidos já é suficiente. Priorize qualidade e versatilidade, em vez de quantidade sem estratégia.

Stickbaits funcionam no frio?

Funcionam em dias ensolarados, com pausas longas e toques suaves. Mas seu uso deve ser pontual, em locais rasos com sinais de atividade.

Como evitar errar fisgadas no inverno?

Trabalhe a isca lentamente, fique atento aos toques sutis e use equipamentos sensíveis. Ataques no frio tendem a ser mais discretos.

Qual isca usar em açudes rasos no inverno?

Iscas soft de fundo, como creatures e shads com peso, funcionam bem em açudes rasos. Elas alcançam a zona onde a traíra se esconde e podem ser trabalhadas devagar.

Pode usar spinnerbait para traíra no frio?

Sim, mas com recolhimento bem lento. Prefira modelos compactos, com cores naturais e lâminas pequenas que gerem vibração sutil.

Qual a melhor hora do dia para pescar traíra no inverno?

As melhores horas são no meio da manhã e início da tarde, quando a água aquece um pouco e a traíra fica mais ativa.

Soft shad com offset funciona mesmo no frio intenso?

Funciona muito bem. O offset lastreado permite alcançar o fundo e o nado sutil do shad é ideal para a traíra lenta do inverno.

Qual linha usar para pesca de traíra no inverno?

Use linhas multifilamento de 30 a 40 lb com líder de fluorcarbono. Essa combinação garante sensibilidade e resistência, importantes para fisgadas sutis.

Devo insistir em um mesmo ponto ou mudar de lugar?

No inverno, insistir pode ser mais eficaz. A traíra se movimenta pouco, então estar no local certo e trabalhar bem a isca faz diferença.

A traíra se alimenta menos no inverno?

Sim. O metabolismo da traíra diminui com a temperatura, tornando-a mais seletiva e menos ativa na caça.

Quais estruturas procurar para achar traíra no frio?

Procure troncos submersos, vegetações densas, galhadas e margens profundas. São locais onde ela se refugia no inverno.

Swimbaits articulados são eficazes no inverno?

Sim, principalmente se usados com recolhimento lento e contínuo. Eles imitam bem peixes feridos e atraem traíras mais preguiçosas.

É possível usar crankbait com sucesso no frio?

Sim, desde que seja de nado suave e trabalho lento. Crankbaits de barbela curta são ideais para águas rasas e frias.

A traíra ataca no visual no inverno?

Sim, mas com menor frequência. Por isso, iscas com ação natural e que permaneçam na zona de ataque por mais tempo são mais eficientes.

Qual o papel do fluorcarbono na pesca de traíra no frio?

O fluorcarbono é quase invisível na água e tem alta resistência à abrasão, sendo ideal como líder para locais com estruturas e traíras ariscas.

Como o clima influencia na escolha da isca?

Dias nublados pedem iscas de contraste ou vibração. Em dias ensolarados, use iscas mais naturais e discretas para não espantar a traíra.

Vale usar anzol offset com chumbo interno?

Sim. Esse sistema ajuda a afundar a isca e trabalhar rente ao fundo, ideal para a traíra que está mais encostada nas estruturas no frio.

Posso usar poppers no inverno?

Poppers são menos eficientes no frio, mas podem funcionar em dias bem quentes de inverno e em águas rasas com vegetação.

Como treinar a paciência para pescar traíra no frio?

Tenha em mente que a pescaria no inverno exige persistência. Trabalhe as iscas lentamente e confie na técnica. Menos ataques, mas mais qualidade.

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